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Mercado 09/06/2011
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Mercado de imóveis novos continua aquecido em Curitiba

O mercado de lançamentos continua aquecido e em crescimento, e deve fechar o ano com uma valorização próxima a 18%. A afirmação é do presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR), Gustavo Selig, que informa que o índice ainda é superior a muitas aplicações financeiras.

Selig diz ainda que o preço do metro quadrado, hoje acima de R$ 4 mil, área privativa, para os apartamentos residenciais novos, deve continuar a subir na capital paranaense. “Mesmo que venha uma onda de unidades para revenda, isso não vai fazer com que o preço caia porque vários fatores implicam no aumento do mesmo, como o alto custo de mão de obra e dos materiais”, explica.

Segundo o presidente da Ademi/PR, a valorização se dá em todos os nichos de mercado. “As habitações do programa Minha Casa, Minha Vida têm o próprio teto determinado pela Caixa Econômica Federal. Mas nos outros segmentos, os imóveis estão acompanhando um índice percentual semelhante de valorização”, observa.

O índice de Velocidade de Novos Sobre a Oferta (VNSO), antigo Índice de Velocidade de Vendas (IVV), também se mantém alto em Curitiba, acima de 10, quase o dobro da média histórica da cidade. Selig comenta que isto mostra que oferta e demanda ainda não estão ajustadas.

“Existe uma demanda muito grande por habitações em Curitiba e região metropolitana, especialmente no entorno do centro. Com a escassez de terrenos nesta área, a tendência é que a procura por imóveis novos cresça ainda mais”, analisa. O presidente da Ademi/PR revela que, atualmente, cerca de 80% das unidades vendidas em um empreendimento são para moradia. O restante destina-se a investimento.

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